― Olá? Alguém está aqui? ― Eu estou tão assustada por entrar na casa dele sem sua permissão, mas eu tenho que lhe dizer: minhas desculpas, meu amor. ― O que você está fazendo aqui? ― A voz dele é tão linda quando ele está bravo, mas eu queria ele com a minha voz preferida, e minhas três palavras preferidas. ― Por favor... ― Cale-se! ― Seu rosto perfeito estava distorcido em uma máscara de ódio, por que eu havia feito aquilo? ― Me ouça por um segundo, por favor! ― Suas palavras não me interessam mais ― isso doeu. ― Mas você não me deixa lhe contar minhas razões! ― Razões? Como você poderia ter alguma razão com isso? Suas razões, suas palavras, e você não me interessam mais. Compreende? ― Por que ele era tão mau? Tudo nele estava me chamando, ele era meu, e eu era dele, isto é claro até para uma criança. ― Apenas vá embora. Me esqueça, minha existência, tudo sobre mim. Eu farei o mesmo. E ele se foi, e eu fiquei. Lágrimas brotaram de meus olhos, eu cai, esperando que isso me fizesse acordar desse pesadelo. Tudo o que escutei foram seus pés quebrando as folhas secas no chão enquanto ele ia, e levava meu coração junto dele.Não sei o me leva a escrever, além do tédio é claro. Acho que as palavras são um dos modos mais belos de se expressar. Você pode não estar presente, mas suas palavras estão lá, levando uma parte de você para que as lê. Atos falam mais que palavras, é verdade, mas às vezes um "bom dia" faria alguém muito feliz. Se alguém não conseguir ler seus olhos, lhe diga o que tem medo de dizer, se você não fizer isso, ninguém fará, e garanto que o leitor fracassado nunca entenderá seu olhar.
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Bored
Num momento tedioso e nublado, eu escrevo coisas sem sentido. Aprecie.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário